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1.
Senhora do Almortão a vossa capela cheira cheira a cravos, cheira a rosas cheira a flor de laranjeira Senhora do Almortão ó minha linda raiana virai costas a Castela não queirais ser castelhana Senhora do Almortão eu pró ano não prometo que me morreu o amor ando vestida de preto
2.
Ground Control to Major Tom Ground Control to Major Tom Take your protein pills and put your helmet on Ground Control to Major Tom Commencing countdown, engines on Check ignition and may God's love be with you Ten, Nine, Eight, Seven, Six, Five, Four, Three, Two, One, Liftoff This is Ground Control to Major Tom You've really made the grade And the papers want to know whose shirts you wear Now it's time to leave the capsule if you dare "This is Major Tom to Ground Control I'm stepping through the door And I'm floating in a most peculiar way And the stars look very different today For here Am I sitting in a tin can Far above the world Planet Earth is blue And there's nothing I can do Though I'm past one hundred thousand miles I'm feeling very still And I think my spaceship knows which way to go Tell my wife I love her very much she knows" Ground Control to Major Tom Your circuit's dead, there's something wrong Can you hear me, Major Tom? Can you hear me, Major Tom? Can you hear me, Major Tom? Can you "Here am I floating round my tin can Far above the Moon Planet Earth is blue And there's nothing I can do"
3.
Hegoak ebaki banizkio nerea izango zen, ez zuen aldegingo. Bainan, honela ez zen gehiago txoria izango eta nik... txoria nuen maite. Joxean Artze Se lle tivese cortado as ás sería meu non tería escapado. Pero así, xa nunca máis sería un paxaro e eu... eu amaba o paxaro. Si le hubiese cortado las alas sería mío no se habría escapado. Pero así, ya no sería un pájaro y yo... yo amaba al pájaro
4.
É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um caco de vidro, é a vida, é o sol É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol É peroba do campo, é o nó da madeira Caingá, candeia, é o Matita Pereira É madeira de vento, tombo da ribanceira É o mistério profundo, é o queira ou não queira É o vento ventando, é o fim da ladeira É a viga, é o vão, festa da cumueira É a chuva chovendo, é conversa ribeira Das águas de março, é o fim da canseira É o pé, é o chão, é a marcha estradeira Passarinho na mão, pedra de atiradeira É uma ave no céu, é uma ave no chão É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão É o fundo do poço, é o fim do caminho No rosto o desgosto, é um pouco sozinho É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto É um pingo pingando, é uma conta, é um conto É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando É a luz da manhã, é o tijolo chegando É a lenha, é o dia, é o fim da picada É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada É o projeto da casa, é o corpo na cama É o carro enguiçado, é a lama, é a lama É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã É um resto de mato, na luz da manhã São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração É uma cobra, é um pau, é João, é José É um espinho na mão, é um corte no pé São as águas de março fechando o verão, É a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã É um belo horizonte, é uma febre terçã São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração Pau, pedra, fim, caminho Resto, toco, pouco, sozinho
5.
sakura sakura noyama mo sato mo mi-watasu kagiri kasumi ka kumo ka asahi ni niou sakura sakura hana zakari sakura sakura yayoi no sora wa mi-watasu kagiri kasumi ka kumo ka nioi zo izuru izaya izaya mini yukan
6.
Déixame deixar a herba Déixama poñer nun feixe Déixame deixar o mundo antes que o mundo me deixe Ailalelo ailalalo ai, ailalelo ailalalo Algún día era eu do teu prato a mellor sopa Agora son o veleno dos labios da túa boca Ailalelo ailalalo ai, ailalelo ailalalo Pensabas que te quería e iso foi engano teu(e) desa túa bonitura, ai, non me namoraba eu(e) Ailalelo ailalalo ai, ailalelo ailalalo

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Cantos dende a marxe foi un recital-concerto que pechou o Laboratorio de Dramaturxia e Voz do Teatro Colón 2013, tras a representación de As marxes da desgraza [sobre textos de R. Vidal Bolaño] e o recital Serán!.

Artellado como un espectáculo híbrido de textos e covers de temas que tivesen que ver coa marxinalidade en calquera das súas formas [pobreza, emigración, escravitude, lingua...], contou cos músicos Marcel Chirilov ao clarinete, Nacho Muñoz ao piano, Patxi Valera á percusión e Estíbaliz Espinosa na escolma de textos e voz.

Foi gravado o 18 de maio de 2013 no Teatro Colón de A Coruña

credits

released May 26, 2013

Clarinete: Marcel Chirilov
Piano: Nacho Muñoz
Percusión: Patxi Valera
Voz, dirección e textos: Estíbaliz Espinosa

Fotografías cortesía de Alejandro Martínez

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estibaliz espinosa Galicia, Spain

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